Aprendizado profundo

Outro dia li por acaso um artigo sobre deep learning (aprendizado profundo) aplicado aos idiomas. Segundo o autor do artigo, é mais proveitoso focalizar um tema gramatical que queremos interiorizar e escrever num caderno, sem a ajuda de ninguém, o máximo de frases que pudermos do que ter um professor que corrija cada erro que cometamos. É importante que sejamos nós os autores das frases, sem copiarmos exemplos da internet ou de livros.

Um exemplo: estamos aprendendo inglês e queremos acabar de uma vez por todas com as dúvidas sobre quando utilizar in, at, on. Escrevemos 10, 50, 100, 1.000 frases usando cada uma dessas preposições. Quanto mais, melhor.

Fiz o teste e estou gostando dos resultados, mas ainda tenho as minhas dúvidas de se o método pode mesmo substituir o contato com o professor. Embora acredite no esforço pessoal e autodidata para aprender qualquer coisa, ainda sou dos que pensam que um bom professor continua sendo insubstituível. De toda forma, fica a dica, porque esse método pode ser realmente eficaz. Até a próxima!

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